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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
TRABALHANDO GRÁFICON COM OS PEQUENOS
Anos: do 2º ao 5º ano.
Objetivos: Associar informações, interessar-se por este gênero textual (tabelas e gráficos), observar, ler, construir e interpretar gráficos, e trabalhar com conceitos estatísticos.
A estatística é a parte da matemática que obtém conclusões a partir de dados observados, coletados, classificados, interpretados e, por fim, representados. A função principal desta “ferramenta” é apresentar grandes volumes de informação de maneira mais prática e sem utilizar grandes blocos de texto. Alguns exemplos são resultados de pesquisas, índices populacionais, previsões e planejamentos.
É comum utilizarmos a representação por meio de gráficos, tabelas e infográficos para facilitar o entendimento de determinadas informações. Provavelmente, as crianças percebem isso quando observam revistas e jornais. Com base nessas experiências, este projeto tem o objetivo de demonstrar que saber coletar, organizar, descrever e representar dados é fundamental para interagir bem em sociedade, além de ser uma tarefa que pode ser desenvolvida desde a infância.
Por estarem cercadas de informações que chegam por todos os lados e com os mais diversos conteúdos, uma das tarefas do professor é auxiliar as crianças a selecionar e compreender o significado do que precisam utilizar. Sendo assim, desenvolva as atividades deste projeto e demonstre a importância da estatística em nosso dia a dia.
Materiais: Folha de perguntas, lápis preto e prancheta.
Para iniciar o projeto, solicite aos alunos que escolham um tema de interesse deles, dentre as opções: o programa de Tv favorito, o lanche predileto, a brincadeira mais realizada, o passeio mais divertido etc.
Depois de escolher o assunto, incentive os alunos a pensar nas formas de resgatar dados sobre isso, questionando-os sobre a melhor maneira de realizar a entrevista, quais perguntas devem ser feitas, quais informações são úteis para descobrir o que querem, como será a anotação das respostas etc. Anote todas as sugestões e incentive a turma a definir o padrão que será utilizado.
Antes de iniciar as entrevistas, converse com os alunos sobre a coleta de dados e faça-os refletir sobre as seguintes situações: é correto solicitar que a mesma pessoa responda à pesquisa várias vezes? Se isso acontecer, as informações serão fiéis e os dados apurados retratarão os desejos do grupo pesquisado? O objetivo desses questionamentos é demonstrar a importância de respeitar as regras de uma pesquisa ou estudo para manter a validade das informações coletadas.
Depois de chegar às conclusões, promova a escrita coletiva das perguntas que serão feitas, divida a turma em duplas e oriente cada aluno a entrevistar o colega para descobrir as preferências dele. Se quiser ampliar a pesquisa, sugira que entrevistem amigos de outras turmas e, assim, aumentem a amostragem (quantidade de pessoas entrevistadas e de dados apurados).
Se optar por fazer dessa forma, a tabulação das informações deverá ser feita separadamente, pois isso interferirá na realização das atividades de produção dos gráficos que virão na sequência do projeto. Cuide para que a pesquisa não se transforme em uma votação, já que a opinião individual é extremamente importante. O correto é que cada criança exponha o seu desejo e sua preferência.
Quando os alunos terminarem as entrevistas, leve-os a pensar nas possíveis formas de organização dos dados obtidos. Por exemplo: fazer uma lista contendo as respostas e as quantidades de cada pesquisa, ou organizar uma tabela para colocar as informações etc. É interessante incentivá-los a pensar na forma mais adequada de organização, mas essas sugestões devem partir dos alunos e não de seus comandos. Você pode sugerir a algumas opções, mas sempre instigue a reflexão e a opinião da turma. Veja alguns exemplos a seguir:
· Representar os dados na lousa em forma de tracinhos: I I I I
· Ou em forma de quadrados de 5 em 5:
· Ou com a repetição de algarismos seguidos: 1 1 1
Depois de transcrever todas as informações de maneira que os alunos sugeriram, pergunte como é possível reorganizá-los para facilitar a contagem e a visualização dos dados. Direcione a conversa para que cheguem à necessidade de criar uma tabela.
É importante que os alunos entendam a organização dos dados por itens prediletos, ou seja, a função deles agora é agrupar os entrevistados que têm as mesmas preferências.
Quando a tabela estiver pronta, elabore questionamentos sobre os dados organizados. Por exemplo: a preferência da maioria, a atividade que foi menos citada, a quantidade de crianças entrevistadas etc.
Retorne com os alunos a quantidade de crianças que responderam a cada item da pesquisa e convide-os a representá-las. Por exemplo: se quatro crianças escolheram "Bob Esponja" como desenho preferido, convide quatro alunos para se posicionarem em fila (um atrás do outro) na frente das palavras "Bob Espoja". Repita a formação com os demais itens até construir o gráfico que representa todas as respostas obtidas.
Materiais: cartolina, lápis de cor, lápis preto, papel sulfite.
Entregue para cada criança um quadrado de cartolina (de mesmo tamanho) e peça que façam um desenho que represente a sua resposta na pesquisa, como o Bob Esponja, por exemplo. Utilizando o mesmo traçado feito no chão para a atividade anterior, oriente os alunos a posicionarem o desenho no local que presenta a sua escolha, assim como fizeram corporalmente, um seguido do outro, formando as mesmas colunas. Depois de pronto, solicite que observem as colunas construídas e compare-as. O objetivo é que percebam as diferenças conforme a quantidade de informações.
Para finalizar esta etapa, solicite que desenhem o gráfico que acabaram de construir. Não há necessidade de orientação nesta etapa, pois o importante será socializar os desenhos e incentivar as crianças a contar o que desenharam, levando-as a perceber o que ainda pode ser acrescentado em suas produções, a fim de que fiquem mais próximo do real. Depois de desmontar o gráfico, recolha os desenhos utilizados na produção para aproveitá-los na atividade seguinte.
Materiais: caixas de leite (Tetra Pak) ou latas de leite em pó ou achocolatado, lápis de cor, papel sulfite e tabela da atividade anterior.
Para iniciar o processo de abstração, confeccione com os alunos um gráfico formado por caixas de leite, latas de leite em pó ou de achocolatado. Para isso, utilize a tabela produzida na atividade anterior e solicite às crianças que escrevam ou desenhem nas latas a informação que cada uma representará.
Aproveite a marcação do gráfico corporal e oriente a turma a empilhar as latas, colocando-as na coluna adequada (cada criança poderá confeccionar e posicionar a que corresponde à sua resposta). Quando terminarem o gráfico feito coletivamente, monte um repertório com perguntas sobre ele para serem respondidas pelos alunos. Por exemplo: em qual coluna tem mais caixas / latas? Qual é a menor coluna? Qual é a preferência da maioria? Etc.
Materiais: lápis preto, modelos de gráficos (disponíveis na folha de moldes), papel sulfite e régua.
utilizando os exemplos estudados, solicite que a turma monte seus próprios gráficos de linhas. alerte os alunos para observarem em que locais as informações deverão ser colocadas, respeitando-se as quantidades de votos e os dados levantados na pesquisa.
Complemente o estudo com perguntas sobre o gráfico elaborado pelos alunos. cuide para que as perguntas sejam investigativas e favoreçam os cálculos, as deduções, as inferências etc.
Todos os créditos revista projetos escolares Ensino Fundamental nr. 58.
projetos, GRÁFICOS, ATIVIDADES 1º AO 5º ANO., Atividades., Matemática,
Atenção para salvar as atividades clique nas imagens.
Atividades (créditos http://atividadesnotuxpaint.wordpress.com/matematica/)
Mais uma sugestão de trabalho com gráficos.
Aprendendo a ler gráficos de barra a partir do quadro de chamada
(créditos http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=25832)
Autor e Co-autor(es)
ANALICE CORDEIRO DOS SANTOS VICTOR
NATAL - RN NUCLEO EDUCACIONAL INFANTIL - NEI
SUZANA MARIA BRITO DE MEDEIROS, ANGELA MARIA CAVALCANTI ROCHA
Estrutura Curricular
| Modalidade / Nível de Ensino | Componente Curricular | Tema |
|---|---|---|
| Ensino Fundamental Inicial | Matemática | Tratamento da informação |
| Ensino Fundamental Inicial | Matemática | Números e operações |
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
As crianças na faixa etária de seis anos de idade poderão com esta aula:
- Participar da construção de tabelas e gráficos para registrar dados sobre a freqüência da turma.
- Perceber a diferença entre tabelas e gráficos.
- Realizar leituras de dados contidos em tabelas e gráficos.
Duração das atividades
Duas aulas com cerca de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Para participar destas aulas os alunos não necessitam ter conhecimentos prévios sobre o tema.
Para estas aulas as crianças precisam ter vivenciado, na hora da chamada, situações de registro das crianças ausentes e presentes durante uma semana de aula.
Para estas aulas as crianças precisam ter vivenciado, na hora da chamada, situações de registro das crianças ausentes e presentes durante uma semana de aula.
Estratégias e recursos da aula
Nesse portal, na aula Conhecendo a mim e o outro através da história de nossos nomes: uso de tabela e gráfico de barra, o professor encontra algumas sugestões acerca de como encaminhar o trabalho com elaboração e leitura de tabelas e gráficos.
|
1° momento – O professor inicia a aula realizando com as crianças o registro da frequência do dia. Para isso pergunta as crianças:
Quantas pessoas faltaram hoje?
Dessas crianças quantas são meninos?
E quantas são meninos?
Hoje faltou mais menino ou menina?
Figura 1 - FREQUÊNCIA SEMANAL
Concluído o preenchimento da tabela de frequência o professor faz o seguinte questionamento para as crianças:
Pessoal durante essa semana faltaram mais meninos ou meninas?
Como a gente pode fazer para descobrir?
2° momento – O professor propõe a turma a elaboração de um gráfico para registrar a ausência de meninos e meninas. Ele informa às crianças que para organizarem o gráfico vão receber o seguinte esquema abaixo e, em seguida pergunta se no esquema do gráfico tem alguma informação da tabela e que informação é essa.
O professor continua comparando o esquema do gráfico com a tabela perguntando que informação da tabela não aparece no esquema do gráfico. Em seguida informa que no gráfico de AUSÉNCIA DO MENINOS, os ausentes serão representados por um retângulo. Então, questiona quantos retângulos serão necessários para representá-los. O professor orienta que utilizem a tabela para descobrir. O professor deve repetir o mesmo procedimento em relação ao gráfico de AUSÊNCIA DAS MENINAS.
3° momento - O professor organiza as crianças em duplas distribui o esquema do gráfico e os retângulos e pede que as crianças,observando a tabela, tentem representar o total de crianças ausentes da semana. Durante a realização da tarefa o professor vai passando pelas duplas tirando dúvidas e questionando sobre os procedimentos utilizados pelas duplas.
4° momento - O professor proporciona um momento de socialização dos gráficos e ,em seguida , expõe os gráficos das duplas.
Avaliação
A avaliação será realizada durante o decorrer das atividades em função dos seguintes critérios:
- Participação dos alunos na construção de tabelas e gráficos para registrar dados sobre a freqüência da turma.
- Organização do pensamento e fala das crianças justificando as semelhanças e diferenças entre tabela e gráfico.
- Envolvimento das crianças durante a elaboração e leitura da tabela e gráfico.
Poderá também
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SACOLINHA DE LEITURA
VIAJANDO NA SACOLA MÁGICA DA LEITURA
APRESENTAÇÃO
Visando aperfeiçoar e valorizar o cidadão através das linguagens artística, literária e histórica, a partir da compreensão do seu papel enquanto sujeito histórico, o projeto enfoca o ato de ler como ponto de partida para a construção do pensamento lógico, com isso, possibilitando a capacitação do aluno em construir suas relações diante do mundo.TRATA-SE DE UM PROJETO DE PRÁTICA DE LEITURA ONDE OS ALUNOS LEVARÃO PARA CASA UMA SACOLA CONTENDO ALGUNS LIVROS DE HISTÓRIAS INFANTIS E UM CADERNO DE REGISTRO, ONDE TERÃO QUE REGISTRAR E RECONTAR A HISTÓRIA LIDA; USANDO ESCRITA, COLAGEM, DESENHOS E TUDO QUE A IMAGINAÇÃO MANDAR.
DEPOIS, CADA ALUNO APRESENTARÁ SUA CRIAÇÃO AOS COLEGAS.
JUSTIFICATIVA
As histórias estão presentes em nossa cultura há muito tempo e o hábito de contá-las e ouvi-las tem inúmeros significados. Está relacionado ao cuidado afetivo, à construção da identidade, ao desenvolvimento da imaginação, à capacidade de ouvir o outro e à de se expressar. Além disso, a leitura de histórias aproxima a criança do universo letrado e colabora para a democratização de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais: a escrita.
Por isso, é importante favorecermos a familiaridade das crianças com as hisstórias e a ampliação de seu repertório. Isso só é possível por meio do contato regular dos pequenos com os textos, desde cedo, e de sua participação freqüente em situações diversas de conto e leitura. Sabe-se que os professores são os principais agentes na promoção dessa prática – e a escola, o principal espaço para isso.
Esse projeto visa fazer com que o aluno tenha prazer em ler e consiga transmitir ao outro o que leu.
Assim, o livro deve ser mostrado e aberto com dimensão do prazer e da alegria, para que o aluno perceba que LER É UMA VIAGEM MARAVILHOSA E NÃO APENAS MAIS UMA DAS ATIVIDADES DE ESCOLA.
APRESENTAÇÃO
Visando aperfeiçoar e valorizar o cidadão através das linguagens artística, literária e histórica, a partir da compreensão do seu papel enquanto sujeito histórico, o projeto enfoca o ato de ler como ponto de partida para a construção do pensamento lógico, com isso, possibilitando a capacitação do aluno em construir suas relações diante do mundo.TRATA-SE DE UM PROJETO DE PRÁTICA DE LEITURA ONDE OS ALUNOS LEVARÃO PARA CASA UMA SACOLA CONTENDO ALGUNS LIVROS DE HISTÓRIAS INFANTIS E UM CADERNO DE REGISTRO, ONDE TERÃO QUE REGISTRAR E RECONTAR A HISTÓRIA LIDA; USANDO ESCRITA, COLAGEM, DESENHOS E TUDO QUE A IMAGINAÇÃO MANDAR.
DEPOIS, CADA ALUNO APRESENTARÁ SUA CRIAÇÃO AOS COLEGAS.
JUSTIFICATIVA
As histórias estão presentes em nossa cultura há muito tempo e o hábito de contá-las e ouvi-las tem inúmeros significados. Está relacionado ao cuidado afetivo, à construção da identidade, ao desenvolvimento da imaginação, à capacidade de ouvir o outro e à de se expressar. Além disso, a leitura de histórias aproxima a criança do universo letrado e colabora para a democratização de um de nossos mais valiosos patrimônios culturais: a escrita.
Por isso, é importante favorecermos a familiaridade das crianças com as hisstórias e a ampliação de seu repertório. Isso só é possível por meio do contato regular dos pequenos com os textos, desde cedo, e de sua participação freqüente em situações diversas de conto e leitura. Sabe-se que os professores são os principais agentes na promoção dessa prática – e a escola, o principal espaço para isso.
Esse projeto visa fazer com que o aluno tenha prazer em ler e consiga transmitir ao outro o que leu.
Assim, o livro deve ser mostrado e aberto com dimensão do prazer e da alegria, para que o aluno perceba que LER É UMA VIAGEM MARAVILHOSA E NÃO APENAS MAIS UMA DAS ATIVIDADES DE ESCOLA.
OBJETIVOS
Proporcionar situações de leitura compartilhada.
Aproximar os alunos do universo escrito e dos portadores de escrita (livros, jornais e revistas) para que eles possam manuseá-los, reparar na beleza das imagens, relacionarem texto e ilustração, manifestar sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferências e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler.
Fazer com que construam o hábito de ouvir e sentir prazer nas situações que envolvem a leitura de histórias.
Familiarizá-los com histórias e ampliar seus repertórios.
Participação em situação de conto e leitura de histórias.
Escuta atenta e interessada de histórias.
Observação e manuseio de livros.
Desenvolver no aluno a facilidade de se expressar em público, inicialmente, perante aos colegas de sala.
METODOLOGIA BÁSICA
Proporcionar situações de leitura compartilhada.
Aproximar os alunos do universo escrito e dos portadores de escrita (livros, jornais e revistas) para que eles possam manuseá-los, reparar na beleza das imagens, relacionarem texto e ilustração, manifestar sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferências e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler.
Fazer com que construam o hábito de ouvir e sentir prazer nas situações que envolvem a leitura de histórias.
Familiarizá-los com histórias e ampliar seus repertórios.
Participação em situação de conto e leitura de histórias.
Escuta atenta e interessada de histórias.
Observação e manuseio de livros.
Desenvolver no aluno a facilidade de se expressar em público, inicialmente, perante aos colegas de sala.
METODOLOGIA BÁSICA
Haverá uma sacola com diferentes livros de histórias e um caderno de registros. Os alunos, que serão sorteados, levarão a sacola para casa, POR UMA SEMANA.
O aluno poderá ler um ou mais livros da sacola e depois fazer um registro no caderno, que poderá ser através da escrita, de desenhos, montagem, colagem ou alguma outra forma criativa que ele preferir.Depois, na sala de aula, o aluno poderá apresentar para os colegas o livro que leu e o seu registro.
Também poderá ser apresentado na forma teatral, se o aluno quiser.
Também poderá ser apresentado na forma teatral, se o aluno quiser.
Poderá levar lembrancinhas para os colegas.
CONTEÚDO DOS TRABALHADOS
Português – literatura através da leitura e do registro que ele terá que fazer.
Produção textual – o aluno poderá produzir outros textos usando o que foi lido, em forma de poesia, narrativa e teatro.
Português – literatura através da leitura e do registro que ele terá que fazer.
Produção textual – o aluno poderá produzir outros textos usando o que foi lido, em forma de poesia, narrativa e teatro.
CRONOGRAMA
Durante todo o ano de 2012
AVALIAÇÃO
Ocorrerá durante todo o processo, a partir da observação direta das atitudes do aluno-leitor no seu cotidiano, e da avaliação de leitura e interpretação de texto do aluno, no dia-a-dia.
Ocorrerá durante todo o processo, a partir da observação direta das atitudes do aluno-leitor no seu cotidiano, e da avaliação de leitura e interpretação de texto do aluno, no dia-a-dia.
Professora Samantha Alvarenga
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